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segunda-feira, 30 de maio de 2011
Paisagem Calcária
Galeria- Erosão do topo da camada inferior e da base da camada superior. Está sempre na horizontal.
Dolina- É formada por erosão, desgaste do calcário e por depressões. Tem a forma circular e tem entre 1,5 metros a 2 metros. O fundo é avermelhado, tem o nome de “Terra Rossa”.
Estalactite- Formada no tecto da gruta por chuvas ácidas.
Algar- É a entrada da gruta, na vertical. Por vezes muito fundo. O diâmetro pode ser de alguns decímetros até a 1 ou 2 metros.
Estalagmite- Formada no chão da gruta por chuvas ácidas.
Uvala- Depressão da junção de duas dolinas.
Polge- Grande depressão formada por erosão do calcário. Nas épocas de chuva fica cheio, nas épocas quentes fica seco. Parece uma banheira gigante no mínimo com 2 metros.
Marmita de gigante- Depressão perfeita, formada nos leites dos rios.
Coluna- junção de uma estalactite com uma estalagmite.
Poço- Não pode ter contacto com a superfície, se não trata-se de um algar.
Rio Subterrâneo- Acumulação da água. Nas grutas tem que haver sempre um rio subterrâneo.
Nascente
Campo de Lapiás- Formas rendilhadas em que as rochas calcárias apresentam formas muito diversas resultantes da sua dissolução diferenciada.
Dolina- É formada por erosão, desgaste do calcário e por depressões. Tem a forma circular e tem entre 1,5 metros a 2 metros. O fundo é avermelhado, tem o nome de “Terra Rossa”.
Estalactite- Formada no tecto da gruta por chuvas ácidas.
Algar- É a entrada da gruta, na vertical. Por vezes muito fundo. O diâmetro pode ser de alguns decímetros até a 1 ou 2 metros.
Estalagmite- Formada no chão da gruta por chuvas ácidas.
Uvala- Depressão da junção de duas dolinas.
Polge- Grande depressão formada por erosão do calcário. Nas épocas de chuva fica cheio, nas épocas quentes fica seco. Parece uma banheira gigante no mínimo com 2 metros.
Marmita de gigante- Depressão perfeita, formada nos leites dos rios.
Coluna- junção de uma estalactite com uma estalagmite.
Poço- Não pode ter contacto com a superfície, se não trata-se de um algar.
Rio Subterrâneo- Acumulação da água. Nas grutas tem que haver sempre um rio subterrâneo.
Nascente
Campo de Lapiás- Formas rendilhadas em que as rochas calcárias apresentam formas muito diversas resultantes da sua dissolução diferenciada.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Propriedades das Rochas
Tonalidade- Propriedade das rochas.
Leucocrata- Apresenta um tom claro.
Mesocrata- Apresenta aproximadamente o mesmo tom de minerais claros e escuros.
Melanocratas- Apresenta um tom escuro.
Textura da Rocha- É o aspecto que a rocha tem a olho nu.
Holocristalina- É quando a rocha está toda cristalizada e todos os minerais são visíveis a olho nu.
Hemicristalina- É quando a rocha está parcialmente cristalizada, neste caso identificamos um ou outro mineral numa massa vítrea.
Vitrea- É quando não identificamos nenhum mineral.
Leucocrata- Apresenta um tom claro.
Mesocrata- Apresenta aproximadamente o mesmo tom de minerais claros e escuros.
Melanocratas- Apresenta um tom escuro.
Textura da Rocha- É o aspecto que a rocha tem a olho nu.
Holocristalina- É quando a rocha está toda cristalizada e todos os minerais são visíveis a olho nu.
Hemicristalina- É quando a rocha está parcialmente cristalizada, neste caso identificamos um ou outro mineral numa massa vítrea.
Vitrea- É quando não identificamos nenhum mineral.
Propriedades dos Minerais
Mineral- Associação natural de elementos químicos, dispostos numa rede cristalina bem definida.
Minerais Essenciais- São aqueles que caracterizam as rochas.
Minerais Acessórios- Materiais que podem ou não constar na rocha (são desnecessários).
Vidro- É formado por elementos químicos mas que não tiveram tempo para formar uma rede cristalina.
PROPRIEDADES DOS MINERAIS
Cor- É a cor que o mineral apresenta à vista desarmada. Pode não corresponder à verdadeira cor do mineral.
Risca- É a verdadeira cor do mineral, corresponde à cor do mineral reduzido a pó. Na prática utiliza-se a porcelana, a cor que o mineral deixar na porcelana é a verdadeira cor do mineral.
Brilho- Pode ser: baço (sem brilho); vítreo; nacarado, sedoso, gorduroso, metálico, adamantino.
Clivagem- É a propriedade que alguns minerais apresentam de se poderem separar (partir) por superfícies planas.
Dureza- Existem duas formas de medir a dureza dos minerais. Uma pela Escala de Dureza e outra pela Escala de Mohs.
Densidade- É uma relação entre peso e volume. Na prática pega-se num mineral de densidade conhecida que seja mais ou menos do mesmo tamanho que o mineral que pretendemos determinar e sentimos qual é o mais pesado.
Diafaniedade- É a propriedade que os minerais têm de se deixarem atravessar, ou não, pela luz.
Opacos (não deixam passar luz)
Translúcidos (deixam passar alguma luz)
Transparentes (deixam passar toda a luz)
Minerais Essenciais- São aqueles que caracterizam as rochas.
Minerais Acessórios- Materiais que podem ou não constar na rocha (são desnecessários).
Vidro- É formado por elementos químicos mas que não tiveram tempo para formar uma rede cristalina.
PROPRIEDADES DOS MINERAIS
Cor- É a cor que o mineral apresenta à vista desarmada. Pode não corresponder à verdadeira cor do mineral.
Risca- É a verdadeira cor do mineral, corresponde à cor do mineral reduzido a pó. Na prática utiliza-se a porcelana, a cor que o mineral deixar na porcelana é a verdadeira cor do mineral.
Brilho- Pode ser: baço (sem brilho); vítreo; nacarado, sedoso, gorduroso, metálico, adamantino.
Clivagem- É a propriedade que alguns minerais apresentam de se poderem separar (partir) por superfícies planas.
Dureza- Existem duas formas de medir a dureza dos minerais. Uma pela Escala de Dureza e outra pela Escala de Mohs.
Densidade- É uma relação entre peso e volume. Na prática pega-se num mineral de densidade conhecida que seja mais ou menos do mesmo tamanho que o mineral que pretendemos determinar e sentimos qual é o mais pesado.
Diafaniedade- É a propriedade que os minerais têm de se deixarem atravessar, ou não, pela luz.
Opacos (não deixam passar luz)
Translúcidos (deixam passar alguma luz)
Transparentes (deixam passar toda a luz)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
História da Terra
A Terra tem cerca de 4600 milhões de anos.
Origem da Vida na Terra:
-A Terra estava em "ebulição".
-Durante os primeiros anos a Terra esteve a arrefecer, dando origem à crosta.
-Segui-se um período intenso de Vulcanismo. Os gases libertados pelos vulcões deram origem à atmosfera primitiva.
-O vapor de água existente na atmosfera primitiva condensou e choveu, choveu, ... dando origem às primeiras poças.
-Estas poças estavam enriquecidas em elementos químicos.
-O carbono, o azoto, o hidrogénio e o oxigénio vieram dar origem às primeiras proteínas que se agruparam, originando os coacervados.
-Com as descargas eléctricas, provenientes das tempestades e chuvas intensas, aparentemente os coacervados vieram originar os primeiros seres vivos, semelhantes às cianobactérias actuais.
-Estes seres faziam a fotossíntese. Libertavam oxigénio para a atmosfera. Foi assim que a atmosfera actual ficou enriquecida em oxigénio.
Com as consecutivas tempestades, as poças vieram originar o super-oceano- a Pantalassa.
Origem da Vida na Terra:
-A Terra estava em "ebulição".
-Durante os primeiros anos a Terra esteve a arrefecer, dando origem à crosta.
-Segui-se um período intenso de Vulcanismo. Os gases libertados pelos vulcões deram origem à atmosfera primitiva.
-O vapor de água existente na atmosfera primitiva condensou e choveu, choveu, ... dando origem às primeiras poças.
-Estas poças estavam enriquecidas em elementos químicos.
-O carbono, o azoto, o hidrogénio e o oxigénio vieram dar origem às primeiras proteínas que se agruparam, originando os coacervados.
-Com as descargas eléctricas, provenientes das tempestades e chuvas intensas, aparentemente os coacervados vieram originar os primeiros seres vivos, semelhantes às cianobactérias actuais.
-Estes seres faziam a fotossíntese. Libertavam oxigénio para a atmosfera. Foi assim que a atmosfera actual ficou enriquecida em oxigénio.
Com as consecutivas tempestades, as poças vieram originar o super-oceano- a Pantalassa.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Fossilização
Fossilização- A fossilização resulta da acção combinada de processos físicos, químicos e biológicos. Para que ocorra a fossilização são necessárias algumas condições, como o ser ou vestígio do ser, ter de ser de imediato enterrado e ausência de acção bacteriana decompondo os tecidos.
Tipos de Fossilização:
Incrustação – Ocorre quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do animal ou planta, revestindo-o, como por exemplo acontece em animais que morreram no interior de cavernas. Os materiais mais comuns são calcite, pirite, limonite e sílica.
Mineralização – Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades existentes em ossos e troncos. É assim que se forma a madeira petrificada.
Recristalização - Ocorre quando se dá um rearranjo da estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade, como por exemplo a transformação de aragonite em calcite.
Carbonificação- Ocorre quando há perda de substâncias voláteis restando uma película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
Mumificação - Ocorre quando o ser vivo ficou aprisionado em âmbar ou em gelo. É o mais raro de todos os tipos de fossilização, mas devido ao âmbar (resina) e ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando-nos informações preciosas à cerca do ser vivo.
Moldagem - Processo mais vulgar, resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos, ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo.
(Para se ter a noção real do ser vivo é necessário ter o molde e o contramolde).
(Para se ter a noção real do ser vivo é necessário ter o molde e o contramolde).
Fósseis
Morfologia dos Fundos Oceânicos

1- Plataforma cntinental- zona pouco inclinada com cerca de 2Km de extensão e 200m de profundidade. Faz parte da crosta continental e é onde vivem a maioria das espécies marinhas.
2-Talude continental- zona muito adrupta, limite da crosta continental, vai dos 150m em média aos 4km de profundidade.
3-Fossa Oceânica- Localiza-se nos limites das placas litosféricas oceânica e continental (talude continental/planície abissal). Zona responsável pela destruição da crosta oceânica.
4-Planície abissal- Zona plana que constitui cerca de 2/3 da crosta oceânica.
5-Dorsal médio-oceânica- Grandes cadeias montanhosas localizadas sensivelmente a meio da crosta oceânica. Formadas a partir do rifte, por acumulação de lava. O único local à superfície onde aflora a Dorsal é na Islândia.
6-Rifte- Vale localizado entre as dorsais, corresponde ao vulcanismo do tipo fissural. Zona responsável pela formação de nova crosta oceânica.
sábado, 23 de outubro de 2010
Três dados
Os três dados que o geógrafo Alfred L. Wegener apresentou foram:
-Geográficos (Os continentes estavam unidos)
-Petrológicos (Rochas)
-Paleontológicos (Fósseis)
Os continentes estiveram todos unidos formando um super-continente (Pangea), rodeado por um super-oceano (Pantalassa).
-Geográficos (Os continentes estavam unidos)
-Petrológicos (Rochas)
-Paleontológicos (Fósseis)
Os continentes estiveram todos unidos formando um super-continente (Pangea), rodeado por um super-oceano (Pantalassa).
Placas Tectónicas
Principais placas:
-Norte-Americana
-Sul-Americana
-Africana
-Euroasiática
-Indiana
-Antarctica
-Placa do Pacifico
-Norte-Americana
-Sul-Americana
-Africana
-Euroasiática
-Indiana
-Antarctica
-Placa do Pacifico
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Falhas e Dobras
Falha- Fracturas na rocha com movimento originadas por forças compressivas ou distensivas, bruscos e num curto espaço de tempo.




Dobras- São originadas pelos movimentos compressivos lentos das ondas.
sábado, 12 de junho de 2010
Fases sísmicas
Abalos Premonitórios- abalos suaves que indicam o que vai acontecer. Corresponde à saída das 1ªs ondas P. Só é sentido pelos sismógrafos e pelos animais.
Abalos principais do Sismo- Abalo propriamente dito. Corresponde à saída das ondas P e S à superfície.
Réplicas- Os abalos Sísmicos vão diminuindo de intensidade até se extinguirem. Corresponde ao reajuste do interior da Terra.
Abalos principais do Sismo- Abalo propriamente dito. Corresponde à saída das ondas P e S à superfície.
Réplicas- Os abalos Sísmicos vão diminuindo de intensidade até se extinguirem. Corresponde ao reajuste do interior da Terra.
Ondas sísmicas
Existem três tipos de ondas:
ondas P- ondas primárias ou de compreensão que propagam-se por todos os materiais e deslocam-se no sentido de propagação das ondas sísmicas. Anda a 8 km/s
ondas S – ondas secundárias ou transversais que propagam-se por materiais sólidos e deslocam-se na perpendicular do sentido de propagação das ondas sísmicas. Anda a 4km/s
ondas L – ondas Lowe ou superficiais que formam-se a partir da junção das S e das P à superfície. São as mais destrutivas.
Um sismo corresponde à libertação de energia, vinda do interior da Terra, e que se propaga através de ondas sísmicas (P,S e L).
ondas P- ondas primárias ou de compreensão que propagam-se por todos os materiais e deslocam-se no sentido de propagação das ondas sísmicas. Anda a 8 km/s
ondas S – ondas secundárias ou transversais que propagam-se por materiais sólidos e deslocam-se na perpendicular do sentido de propagação das ondas sísmicas. Anda a 4km/s
ondas L – ondas Lowe ou superficiais que formam-se a partir da junção das S e das P à superfície. São as mais destrutivas.
Um sismo corresponde à libertação de energia, vinda do interior da Terra, e que se propaga através de ondas sísmicas (P,S e L).
Sismo (conceitos)
O termo Sismo é a designação Científica de um abalo na crosta terrestre (oceânica e continental), no entanto, podemos chamar:
Terramoto- ao sismo que ocorre na crosta continental
Maremoto- ao sismo que ocorre na crosta oceânica, originando um Tsunami (onda gigante).
Epicentro- local à superfície, onde o sismo é sentido com maior intensidade.
Hipocentro ou foco sísmico– Local em profundidade onde o sismo tem origem.
Sismograma- registo do sismo.
Sismógrafos- são aparelhos que registam o sismo e existem vários tipos.
Terramoto- ao sismo que ocorre na crosta continental
Maremoto- ao sismo que ocorre na crosta oceânica, originando um Tsunami (onda gigante).
Epicentro- local à superfície, onde o sismo é sentido com maior intensidade.
Hipocentro ou foco sísmico– Local em profundidade onde o sismo tem origem.
Sismograma- registo do sismo.
Sismógrafos- são aparelhos que registam o sismo e existem vários tipos.
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